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O câncer de pulmão é o mais comum no mundo, somando cerca de 1,2 milhão de casos novos anualmente, seguido pelo câncer de mama feminino com aproximadamente 1 milhão de casos a cada ano. No Brasil, o câncer de pulmão é o segundo mais freqüente nos homens com 17 mil casos/ano e o quarto nas mulheres com 9 mil casos/ano. |
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O fator de risco mais importante para o desenvolvimento do câncer de pulmão é o fumo (90% dos casos). Este hábito é capaz de aumentar o risco 20-30 vezes em tabagistas importantes e até 50% em fumantes passivos, não existindo quantidade segura para o consumo.
Os sintomas mais comuns dessa doença são tosse e escarros com sangue. Nos fumantes, crises de tosse em horários incomuns são sinais de alerta. Às vezes pneumonias de repetição podem ser a apresentação inicial dessa patologia. Mas, a grande maioria dos doentes é assintomática, até que o tumor cresça e invada alguma estrutura que possa dar sintomas como dor e falta de ar.
Uma simples radiografia de tórax, que deveria fazer parte de qualquer “check-up”, principalmente nos tabagistas, pode revelar indícios de um tumor em estágio precoce (nódulo pulmonar). Uma tomografia revelará detalhes da alteração vista no RX e a endoscopia de vias aéreas permitirá a coleta de fragmentos do tumor (biópsia) para confirmação de malignidade. Estes exames, juntamente com outros, permitirão saber se a doença está em fase inicial (localizada) ou avançada (disseminada). |
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Existe tratamento para qualquer que seja o estágio do câncer de pulmão. Nos casos mais precoces, a cirurgia, quando realizada por profissional competente que procede a retirada do tumor juntamente com todos os linfonodos (ínguas) que envolvem o pulmão, tem alta chance de cura. Nos casos onde haja disseminação, a radioterapia e quimioterapia promoverão uma melhora da qualidade de vida.
O câncer de pulmão é uma doença altamente letal, que vem aumentando a sua incidência, e a melhor estratégia para combatê-lo é a sua prevenção com o abandono do tabagismo.
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