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PRESSÕES RESPIRATÓRIAS ESTÁTICAS MÁXIMAS ( PImáxVR - PEmáxCPT )
A medida das pressões respiratórias estáticas máximas é um dos testes utilizados para avaliar o funcionamento dos músculos respiratórios.
A força da musculatura respiratória é mensurada desde 1969, através de um manovacuômetro em escala de cm/H2O. O qual tem sido empregado até hoje em ampla escala e com boa aceitabilidade técnica e científica.
As indicações são:
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- Diagnóstico diferencial de dispnéia ou distúrbio restritivo sem causa aparente;
- Confirmação da disfunção dos músculos ventilatórios em certos estados mórbidos: Polimiosite e outras miopatias, distrofias musculares, Miastenia gravis, Hipo e Hipertireoidismo, deformidades torácicas, paralisia ou fraqueza diafragmática, Esclerose múltipla, Esclerose Lateral Amiotrófica, etc.
- Avaliação de resposta à fisioterapia e a reabilitação respiratória
- Avaliação pré-operatória da função dos músculos ventilatórios em: doenças respiratórias, obesidade acentuada, deformidades da caixa torácica, doenças neuromusculares, desnutrição, corticoterapia sistêmica prolongada, doenças endócrinas.
- Avaliação da possibilidade de “desmame” de ventilação mecânica.
O exame é feito com o paciente sentado, com o nariz ocluído com uma pinça nasal.
Para mensuração da Pressão Inspiratória Máxima (PImáxVR), o indivíduo é solicitado a realizar um expiração máxima, seguido de um esforço inspiratório máximo contra a via aérea ocluída. Esta manobra é repetida algumas vezes e considera-se a pressão mais elevada (mais negativa) gerada.
Para mensuração da Pressão Expiratória Máxima (PEmáxCPT), o indivíduo primeiramente inspira até alcançar sua capacidade pulmonar total (CPT) e, em seguida, efetua um esforço expiratório máximo contra a via aérea ocluída. Os valores são expressos como porcentagem em comparação aos valores previstos. |
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